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Reviews on the album Nômade
in Austria & Germany
Deutschlandfunk, 15. September 2006
Michael Kleff presents
Nômade in "Midnight Blue".
Radio Flora, Germany
"With its soft grooves and the sensitive voice of Antonio Porto, Nômade is
absolutely suitable for cosy summer evenings." (Jürgen Press)
Freizeit-Kurier, 3. June 2006
[...] Nômade, die Debüt-CD
des Multi-Instrumentalisten ist jedenfalls ein Gewinn. Antonio Porto lässt nord-
und westafrikanische Einflüsse zu, ist überraschend melancholisch und doch immer
sommerlich leihtfüßig. Wunderbar: sein Fases Da Lua. Und beim Titelsong kommt
schon auch ein weicher aber unwiderstehlicher Hüftschwung dazu.
(Andreas Russ)
Skug, No. 67, June 2006
[...] Ein Brasileiro, der hierzulande als Session- und Tourmusiker wirkt,
Antonio Porto macht mit "Nômade" (Atlas Music) sein Debüt als Singer-Songwriter
in brasilianischer Tradition, was durchaus Charme haben kann, insbesondere, wenn
er sich wie auf "Fases da Lua" ein wenig an Gilberto Gils jüngerer Tage
orientiert. (Hans Grausgruber)
kulturwoche.at
[...] Zu guter letzt
ein „new kid on the block“, der aufs Neue beweist, dass das Reservoir an
außergewöhnlich talentierten Musikern aus Brasilien anscheinend unerschöpflich
ist. ANTONIO PORTO war in den letzten Jahren als Begleitmusiker für Timna Brauer
u. Eli Meiri sowie Hubert von Goisern tätig, jetzt veröffentlicht der Sänger,
Komponist und Multi-Instrumentalist sein beeindruckendes Solo-Debüt „NOMADE“.
Man kann dieses Album gut als persönliches Reisetagebuch verstehen, beginnend
mit den ersten Karriere-Schritten von Antonio Porto in Brasilien, über dessen
musikalische Weiterbildung in Europa bzw. Wien (neben den oben erwähnten auch
bei Celia Mara, Alegre Correa, und Otto Lechner), bis zu ausgedehnten Tourneen
mit Hubert von Goisern nach Ägypten, Kap Verde, Senegal, Mali und Burkina Faso.
Auf „Nomade“ präsentiert sich ein gereifter Künstler, der es perfekt versteht,
die gesammelten Eindrücke ineinander fließen zu lassen, und zusätzlich seine
handwerkliche Klasse noch dadurch ausspielt, dass er alle Instrumente auf
„Nomade“ selbst eingespielt hat. Als kleiner Gag singt Antonio Porto auf dem
Song „Der Diab“ auch noch goiserisch! Was will man mehr? (Robert Fischer)
Radio Agora
Several Songs of Antonio Porto have been taken in rotation on Radio Agora
(freies Radio, www.agora.at)
Radio Orange 94,0: 12. Juni, 14 Uhr
Monika Heller introduces Antonio Porto's new album in her show "musical journey".
Reviews on the album Nômade
in Brazil
Overmundo
Antonio
Porto: Tuareg global
Antônio Porto é uma das
principais novas cabeças da música do Centro-Oeste. Ele é um surpreendente
instrumentista, diretor musical criativo e compositor inspirado. Acaba de lançar
seu primeiro disco solo, Nômade, com um repertório cantado em português, inglês,
alemão e hebraico. Antônio toca a
maioria dos instrumentos das 10 faixas do disco. Sua música poderia ser batizada
de world music. Mas a verdade é que o compositor revigora a empoeirada Música
Popular Brasileira com canções cheias de suingue africano e letras
filosóficas-espirituais. ‘A alegria de ser um pouco luz’, como diz na faixa
Fases da Lua. [...]
Correio do Estado
“Nômade” é uma viagem imaginária
O primeiro disco do músico, que já está nas lojas, chega com
a influência sonora das várias
viagens que fez por países de vários continentes
Nômade
não é apenas o nome do primeiro CD do cantor, compositor e
instrumentista Antônio Porto – mais conhecido por Toninho Porto; define
também a própria postura que o músico adotou ao longo dos últimos 20 anos,
quando morou em vários lugares, tanto do Brasil como do exterior. Em cada um
deles, pôde prosseguir a carreira musical iniciada em Campo Grande e, acima de
tudo, entrou em contato com novas sonoridades e valorizou as antigas,
principalmente as brasileiras.
“Sempre tive contato com a música feita no Brasil, mas quando cheguei à Europa,
posso dizer que dei uma outra guinada. Lá fora a gente vê a música brasileira de
outra forma”, afirma.
O álbum foi totalmente gravado na Capital, assim como
todas as composições foram feitas
aqui. “Acho que o ar que se respira em determinado lugar
termina inspirando quem vai compor. Esse disco tem o ar de Campo Grande, somado
às coisas que fiz e ouvi fora daqui. É como se fosse uma viagem
imaginária entre Campo Grande e Viena, passando por outros pontos que conheci”.
Porto gravou a maioria dos instrumentos presentes no CD, que teve participações
de Adriano Magoo, Wlajones Carvalho e Anderson Rocha – este também co-produtor –
em algumas faixas. Mesmo apresentando variedade sonora vinda de pontos
diferentes – África, Áustria, Brasil, Oriente Médio –, os arranjos pleiteiam a
unidade. “É um disco que fiz sem pressa, sem a intenção de provar nada para
ninguém. Ele tem o tempo dele, tanto na realização como na duração das músicas”.
Toninho Porto foi
convidado novamente e irá participar