BIOGRAFIA
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Antonio Porto nasceu em 29 de janeiro de 1965. Sua carreira musical se deu início em sua cidade natal Campo Grande-MS e logo depois também em São Paulo (capital e interior do estado), onde como compositor, guitarrista, baixista, percursionista e cantor trabalhou com inúmeros artistas brasileiros, entre eles o consagrado cantor e compositor Renato Teixeira e a grande maioria dos talentosos componentes da Família Espíndola (Tetê, Alzira, Geraldo, Celito, Jerry e Gilson). Sua versatilidade musical já o levou também a participar de mais de 50 produções de CDs em estúdios de gravações. |
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Sua viagem musical na Europa
Com
o objetivo de enriquecer os seus conhecimentos musicais, Antonio Porto
decidiu no final dos anos 80
se mudar para a Europa.
Sua nova casa então tornou-se a capital austríaca
e berço da música clássica
européia, Viena.
Lá teve a oportunidade
de conhecer grandes músicos brasileiros que como ele tinham
também
optado pela vida no velho mundo.
Entre as muitas bandas que participou, está o grupo Mato
Grosso (MPB) com quem atuou por
muitos anos como baixista.
Por intermédio desse trabalho, conheceu o músico Alegre
Correa
(Zawinull Sindicate, Viena Art Orchester...) que pouco
tempo depois o convidadria para fazer parte do Alegre Correa Sextett
atuando como baixista e percurssionista e com quem
também fez parte da gravação dos
albuns Negro Coração e Terra Mágica.
Alguns anos depois que já tinha obtido um vasto
relacionamento com o cenário musical europeu, foi convidado
para integrar
a banda da cantora Timna
Brauer
e do pianista israelense Eli
Meiri. Começava
então a abrir ainda mais os seus horizontes
para uma carreira internacional. Como guitarrista, acompanhou Timna e
Eli por quase todos os países da Europa,
além de
muitas apresentações em
Israel, Africa e Estados Unidos.
Antonio Porto sempre procurou
levar para todos os seus trabalhos, toda a experiência que
adquiria com o passar dos anos
e com o bom relacionamento com músicos das mais variadas
partes do mundo e de altíssima qualidade, com quem conviveu
e trocou muitas informações.
Com esse pensamento trabalhou por muito tempo também com
músicos de outros países da América,
além de musicos e
bandas africanas como Salah Addin, Rootsman Dele e Godwana.
Entre vários trabalhos de estúdio que realizou
com músicos na Europa, encontram se nomes como Otto
Lechner (virtuoso
acordeonista vienense) e o consagrado artista austríaco Hubert
von Goisern.
A ponte Brasil – Europa
Alcançado
o seu maior objetivo que era a ampliar os seus conhecimentos musicais e
culturais, em 1998
Antonio Porto estava
de volta ao Brasil.
Optou então por continuar a sua trajetória
musical em São Paulo (capital) e três dias
após a sua chegada
na metrópole foi surpreendido com o convite do
músico e produtor musical Capenga (ex grupo
bedengó) para tocar baixo
elétrico com a dupla Pena
Branca e Xavantinho. Com eles
trabalhou por um período de aproximadamente 2 anos em
tournee por vários estados do Brasil. Também
participou da gravação do último CD
feito pela dupla na faixa Morro
Velho
que também conta com a participação de
Milton Nascimento.
Nesse mesmo período, gravou também o CD do
músico Rodrigo Sater. Dessa vez
Com a intenção de formar a sua própria
banda, foi para Campo Grande no ano de 2000. Lá uniu-se aos
músicos Wla Jones,
Marcelo Ribeiro, Adriano Magoo e mais tarde Sandro Moreno e Edson
Verbiski e formou a Ethno Tribo.
No trabalho com
essa banda, começou a explorar ainda mais suas habilidades
como compositor e a envolver todos os seus conhecimentos na
sonoridade da música que faziam. Mesmo com as poucas
oportunidades de apresentação que a banda teve, o
resultado foi da
melhor aceitação por parte de todos os ouvintes.
O trabalho com a Ethno Tribo foi interrompido quando Antonio Porto foi
convidado por Hubert von
Goisern para retornar
á Austria e acompanhá-lo nas Tournees
- Fön (2201), Grenzenlos (2002) e Iwasig (2003) - que o levou
à além de vários
países Europeus,
também ao Egito, Cabo Verde, Senegal e Burkina Faso
lhe proporcionando a oportunidade de dividir
o palco com músicos internacionalmente consagrados como Mohamed
Mounir , Falou Djem e grupo Simenteira.
Nesse período
também, gravou com Hubert o albun Iwasig.
Gravação do seu
primeiro CD solo
No
ano de 2004,
Antonio Porto retorna ao
Brasil por um periodo mais longo e no seu sítio, na cidade
de Bonito-MS,
encontra a atmosfera perfeita para começar a compor o seu primeiro
CD solo.
Não demorou muito para juntar-se ao músico e
técnico de som (Anderson Rocha) e iniciar a
produção do albun
Nômade.
Nele Antonio Porto procurou fazer um
pequeno resumo de toda a sua viagem pelo mundo da música
e dos músicos das
mais diversas culturas com quem conviveu.
O CD e distribuido desde 06.2006) pela gravadora
Atlas Music pro
(Áustria) .
Alguns outros projetos
Antonio
Porto compôs
também a trilha sonora
para o espetáculo de dança o grande circo Brasil
montado
pela compania Cooperativa do Bem e também para o filme
entre rios e histórias de Ali Basso.
De volta a América do
Sul, participa da produção
do album dos músicos
argentinos Willy Suchar (piano)
e Juanchi
(acordeon) na capital paraguaia,
Assumpcion.
Com este trabalho, que envolve músicos de vários
países da América do Sul, os músicos
pretendem levar futuramente aos
mais possíveis países do mundo, a música
sul-americana na sua mais autentica
forma e sensibilidade, fugindo
assim de
todos os clichês convêncionais que em muitas
ocasiões a deturpam.